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O Banco Central desenvolveu uma nova forma de realizar transferências e pagamentos instantâneos e que funciona 24 horas por dia. Esse novo método leva o nome de PIX. Todavia, muito se discute sobre o que é PIX e quais são as suas principais vantagens.

Pensando nisso, neste post, selecionamos tudo o que você precisa saber sobre esse novo método de pagamento, já que nada melhor do que conhecer o conceito por trás da sua criação, assim como as suas principais características. Vamos lá?

O que significa PIX?

O nome escolhido pelo Banco Central, ao contrário do que muitos imaginam, não se trata de uma sigla. Na verdade, PIX foi inspirado em um termo que remete a conceitos como tecnologia, transação e PIXel.

Indo um pouco mais a fundo, um pixel é o menor elemento em um dispositivo de exibição. Desse modo, a referência por trás da criação tem como base o propósito de ser simples e funcional.

O que é o PIX?

O PIX é um novo meio de pagamento instantâneo, ou seja, mais uma opção ao lado de TED, DOC e cartões. Ele servirá para pessoas e empresas realizarem transferências de valores, efetuando e recebendo pagamentos. Inclusive, com o PIX, todos poderão concluir essas transações em menos de 10 segundos, exigindo apenas um celular.

Como funciona o PIX?

A função aparecerá nos aplicativos de celular dos clientes de bancos, instituições financeiras e outras empresas de pagamento. A sua adesão é obrigatória para instituições financeiras com mais de 500 mil contas ativas. Na prática, todos os principais bancos e fintechs estão envolvidos.

Para fechar uma transação — pagamento ou envio de dinheiro — basta escolher o PIX no aplicativo como forma de realizar a operação. Nesse momento, será exigida uma chave de cadastro.

Essa chave PIX representa o endereço da sua conta no PIX. Para criar a sua, é necessário optar por uma dessas formas de identificação:

A chave aleatória é uma forma de receber um PIX sem exigir dados pessoais. Ela funcionará como um login. Em outras palavras, um conjunto de números, letras e símbolos gerados aleatoriamente para identificar a conta do destino de recursos.

Empresas também poderão disponibilizar o PIX como forma de pagamento aos seus clientes, por meio de um QR Code. Assim, quando for concluir um negócio, basta optar pelo PIX no seu aplicativo e capturar a imagem desse código.

O PIX é seguro?

Com o PIX, você consegue fazer suas transações de forma 100% digital, assim como o TED ou DOC. Isso significa que o Sistema Financeiro Nacional já tem protocolos que asseguram que elas sejam feitas com total segurança. Além disso, o sistema bancário brasileiro é um dos mais seguros do mundo.

Não somente, para disponibilizar o PIX, os bancos ainda chegam a adotar outras camadas de segurança. A exemplo disso, há a assinatura e os certificados, todos digitais, bem como a criptografia e autenticação em duas etapas.

Quais as vantagens do PIX?

Por se tratar de um pagamento instantâneo, os negócios podem ser efetuados rapidamente e com segurança. Além disso, podem ser feitos 24 horas por dia, todos os dias do ano. Isso, por sua vez, viabiliza uma forma de pagamento por transferência que não seja limitada por horário e dias úteis.

Vale destacar, ainda, a vantagem do custo de transação. Segundo o Banco Central, o custo para as instituições financeiras é de R$0,01 a cada dez transações. Por isso, as instituições podem definir como cobrar os seus clientes, porém, a princípio, o uso do PIX por pessoas físicas será gratuito.

📖 Veja, ainda: como o PIX vai melhorar as vendas na Black Friday.

Agora que você sabe o que é o PIX e quais as suas vantagens, experimente-o. O PIX pode lhe ser útil tanto para seu uso pessoal quanto para o seu negócio, então aproveite as novas possibilidades. Afinal, como vimos nesse conteúdo, o método de pagamento é realmente seguro

Analisando o desempenho de Amazon, Mercado Livre, B2W, Magazine Luiza e outros marketplaces nos últimos 6 meses, seria até possível concluir que não existe espaço para uma empresa optar por um site próprio. Mas na nossa visão trata-se de estratégias complementares e não de uma escolha.

Simplificando

Para simplificar a comparação entre sites próprios e marketplaces, vamos usar uma analogia com lojas físicas:

Sites próprios são o equivalentes a lojas de rua e Marketplaces são equivalentes a lojas em shopping centers.  Cada com suas vantagens e desvantagens ao fechar uma venda.

Sites  de e-commerce próprio assim como lojas de rua exigem cuidados adicionais. Numa loja de rua a propaganda, a segurança, a infra-estrutura, tudo é garantido pelo próprio lojista. Em um e-commerce próprio isso é parecido. Você precisa escolher a plataforma, fazer a propaganda, fazer a segurança, o meio de pagamento, etc. Em compensação, quando tem sucesso não pagará a taxa de venda dos marketplaces.

O outro lado da moeda

Por outro lado, quando o lojista decide colocar uma loja no shopping center vários serviços são oferecidos pelo shopping (fluxo de clientes, segurança, limpeza, estacionamento, propaganda, etc).

Da mesma forma, quanto opta-se por uma loja em um marketplace digital, o lojista receberá uma série de serviços como fluxo de clientes, segurança, marketing digital, plataforma de vendas online, etc. Em compensação terá de pagar uma taxa significativa pela venda. Cabe uma constatação importante aqui: site próprio gera mais custo fixo e marketplace é quase tudo custo variável (leia o artigo para entender mais)

Ok e por qual devo optar?

Resposta clássica: depende! Entende-se que é possível conviver com as duas estratégias, assim como várias empresas que possuem tanto lojas em shopping quanto lojas de rua. O marketplace oferece uma série de benefícios, entre os mais importantes estão: marketing, logística e tecnologia.

Com isso conseguem atrair muito fluxo de leads para as plataformas o que é caro e principalmente complexo na internet. Logo, podem trazer muitas vendas. Por outro lado, o site próprio, se tiver um bom volume de vendas, poderá preservar sua marca e principalmente trazer uma margem melhor se conseguir manter um volume relevante de vendas na internet.

Logo, entendemos que pode-se se usar as duas estratégias em conjunto. Tudo vai depender da sua estratégia geral, do seu mix de produtos e do seu cliente alvo. Em especial, acreditamos inclusive que é possível adicionar lojas físicas nessa composição de canal, o famoso omnichannel.

Veja a figura abaixo:

Com um algum esforço e boa orientação, a empresa pode usar o marketplace para aumentar o fluxo do seu site próprio e também pode direcionar a logística para suas lojas físicas (retire na loja, reserve da loja, etc).

Essa combinação pode reduzir seus custos de marketing e logística, atraindo novos consumidores e fidelizando os atuais. Para isso dar certo, recomendamos optar por plataformas digitais de primeira linha como B2W (Americanas, Submarino, Shoptime), Mercado Livre, Magazine Luiza, VTEX e JET. Feito isso, sugerimos em seguida que faça uma boa integração com seu ERP.

Essa integração irá garantir processos automatizáveis e seguros. Lógico que um bom ERP com suporte aos processos de e-commerce é essencial. Aí, é contar com a habilidade do lojista para escolher o mix correto de produtos e fornecedores, caprichando na execução da estratégia digital.

Veja neste artigo com adaptar seu ERP para vender no on-line.

Bom, por enquanto é isso. São muitas opções que pode ser usadas em conjunto ou isoladamente aumentando suas opções de vendas.

Se precisar de ajuda nisso, procure a Nérus. Somos especialistas na integração e em backoffice para e-commerce e marketplace. Possuímos tecnologias e serviços para ajudá-lo a se integrar com os principais ERPs do Brasil como Protheus, Senior, SAP e Sankhya.

Fale com nossos especialistas.

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vendas na Black Friday

Grande parte dos consumidores aproveita esse período de promoções para comprar produtos que estão há algum tempo desejando.

Então, esta é uma ótima oportunidade para você, varejista, investir na Black Friday e alavancar suas vendas. Quer saber como? Continue a leitura do nosso artigo.

(mais…)

como alavancar vendas no varejo

O futebol é uma paixão em comum entre a grande maioria dos brasileiros. Por isso, vamos usar este contexto para ilustrar maneiras de como alavancar vendas no varejo.

No país do futebol, a Copa, por exemplo, gera grandes impactos, principalmente no comércio varejista. Diante desse contexto, os hábitos de compra dos consumidores tendem a mudar. As expectativas sobre os resultados deste megaevento, ainda geram dúvidas para alguns setores.

Durante um período de aproximadamente 30 dias, empresas e pessoas “param” suas atividades para confraternizar e torcer pela seleção Brasileira.

Existe uma ideia inicial de que o evento tende a gerar somente benefícios para o varejo. Entretanto, a realidade não é bem por aí.

De fato, para alguns segmentos, como o de alimentação, bebidas, eletrônicos e materiais esportivos, a Copa do Mundo proporciona uma forte elevação no movimento de consumidores. Portanto, para eles, esse é um dos momentos ideais para alavancar vendas no varejo e os lucros.

Já, para outros segmentos, a Copa promove uma significativa queda no movimento e nas vendas. Isso devido às paralisações em decorrência dos jogos. Deste modo, toda a cautela é necessária para esse período.

É preciso se planejar com antecedência, para transformar esse desafio em oportunidade de crescimento e converter resultados positivos para as empresas.

Separamos 5 dicas para aumentar as vendas no varejo durante uma Copa.

Saiba mais: Como manter um bom relacionamento com o cliente: tudo que você precisa saber para aumentar suas vendas

Como alavancar vendas no varejo

Selecionamos 5 dicas para aumentar vendas no varejo. Todas inspiradas na grande paixão nacional: o futebol!

1) A tecnologia será seu principal atacante

Não tem como alavancar vendas no varejo sem ajuda da tecnologia!

Vemos cada vez mais a tecnologia aplicada ao futebol na Copa do Mundo, por exemplo. São muitas estratégias utilizadas para evitar erros de arbitragem, fraude, entre outros.

No varejo, não poderia ser diferente. O mercado está evoluindo bastante no que diz respeito à inovação tecnológica. Exemplos disso são:

Desta maneira, a tecnologia se torna responsável por oferecer aos varejistas mecanismos para que as empresas se tornarem mais competitivas. Assim, otimizando resultados, reduzindo despesas e ampliando as receitas.

Lembre-se, a tecnologia é o atacante que seu time precisa. É uma das maneiras mais efetivas de como alavancar vendas no varejo.

2) Mantenha uma comunicação ativa com seus públicos

A Copa do Mundo é uma das festas mais aguardadas pelos brasileiros. E os jogos proporcionam uma atmosfera positiva de celebração, motivação e confraternização. E isso pode ser associada a imagem e posicionamento das marcas e transmitido para os públicos, tanto externos, quanto internos.

As empresas podem aproveitar o evento, para promover produtos e experiências positivas e marcantes para o consumidor. Divulgar a marca, serviços e produtos nesse período, utilizando o tema com estratégia e criatividade, é uma boa opção para se manter a visibilidade no mercado e de como alavancar vendas no varejo.

Por isso, é importante que saibamos quem são nossos clientes, como eles compram, de que gostam etc. E isto só é possível se o varejo passar a identificar os clientes na compra.

É claro que o consumidor irá querer algo em troca de fornecer os seus dados. Mas é neste momento que um bom programa de fidelidade cumpre o seu papel.

Além de tornar o ato de identificação mais fácil, a comunicação com seu público se torne mais efetiva e engajada. Nada melhor do que vender mais para quem já gosta de gente, não é mesmo?

3) Crie promoções relacionadas à Copa do Mundo

O evento é, ainda, um excelente tema para se trabalhar promoções, já que desperta a euforia dos consumidores. Conquistar a atenção do público neste período está entre os grande desafios para os varejistas.

Para ter sucesso nas ações promocionais, é necessário planejar e executar atentamente cada passo. O objetivo deve sempre estar alinhado com estratégia, seja ela para impulsionar os resultados, alavancar vendas no varejo ou manter o mesmo ritmo de conversões.

Aqui, o mais importante é saber dos resultados de uma promoção. Como você consegue medir se a promoção foi efetiva ou não?

Para ter esta resposta, é essencial que o seu software de gestão separe o que foi vendido em promoção das vendas de produtos normais que não estão na promoção. Assim, você poderá analisar com cuidado se os resultados da promoção foram satisfatórios ou não.

Leia mais: 6 dicas infalíveis para aumentar as vendas

4) Tenha sempre um bom plano de contingência no banco de reservas

Algo deu errado? O movimento de consumidores na loja não foi o esperado durante os jogos? Sobrou muito produto no estoque?

Você deve estar sempre preparado para situações deste tipo. Portanto, crie planos de contingência para essas ocasiões. Assim, você e a equipe saberão o que fazer quando o pior acontecer.

Planejando com cuidado e agindo rapidamente, o varejista evita o prejuízo e o esforço excessivo na solução de uma dificuldade, que poderia ter sido evitada. Com a ajuda das informações que estão disponíveis nos programas de gestão para o varejo, o varejista pode antever e criar cenários que poderão ou não se concretizar.

Proponha-se a pensar e antecipar os possíveis problemas e como eles podem ser solucionados ou até mesmo evitados.

Veja também: Aumente as vendas com serviços agregados

5) Tenha um bom Software de varejo para dominar o jogo

Você pode utilizar o avanço da tecnologia a seu favor, com um bom software para varejo, que te ajudará a a saber como alavancar vendas no varejo.

Com um software, é possível:

O Nérus é um software completo e diferenciado para a gestão do varejo. E lhe oferece recursos exclusivos e que atendem às operações específicas de vários segmentos.

Confira em nosso blog: Nérus e-com acelera ingresso das redes nas vendas online

Quer saber mais sobre o Nérus? Clique aqui e entre em contato com um de nossos especialistas.

A Nérus em parceria com a UNOUS realizou um Webinar totalmente sobre a OTB - open to by - na gestão de compras. Nele, abordamos os principais problemas sobre como organizar as compras, enfrentados pelo varejo. Além disso, mostramos como alguns negócios já se beneficiaram de uma gestão eficiente usando, usando ótimas técnicas de compras para empresas. Com isso, garantem uma redução da ruptura com o menor estoque possível.

Em outras palavras: conseguem reduzir custos!

Tudo sobre open to by - OTB

Neste post você vai entender plenamente como organizar o setor de compras de uma empresa. Para isso, mostraremos como funciona o chamado OTB - open to by - e as técnicas de compras usadas por ele.

Vamos lá?

Veja também: Inovação e tecnologia na busca pelo desenvolvimento empresarial

Você já se deparou na sua empresa com algumas das seguintes situações, durante a gestão de compras?

Isto pode ser um sintoma da falta de um planejamento estruturado na gestão de compras. O famoso OTB (Open to Buy) pode ser uma boa alternativa em termos de processo dependendo do seu ramo.

Por isso, te convidamos a conhecer um pouco mais do OTB - open to by -, com um dos maiores especialista brasileiros em OTB, o Antonio Carlos Nogueirão.

Ele é CEO da Unous Inteligência em Negócios, ​empresa especialista em soluções de planejamento e gestão de mercadorias para o Varejo. Ao longo de seus 30 anos de carreira, atua de forma decisiva em grandes varejistas. Com isso, vem trazendo ganhos significativos em vendas, margens, e estoques.

Na C&A foram 25 anos como responsável pela área de planejamento e na Unous atende clientes como Magazine Luiza, Riachuelo, Centauro, TNG, entre outros, em suas diferentes necessidades.

Nogueirão é bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-SP. Além de ter especialização em Análise de Sistemas pela FAAP-SP e MBA em Business Intelligence pela FIAP.

Veja um pequeno trecho do webinar sobre OTB - open to by:

Confira também em nosso blog: Tecnologia no varejo: a protagonista do seu negócio!

Depois desse trecho do seminário, confira algumas dicas de como controlar as compras de uma empresa!

Open to by: como melhorar o processo de compras de uma empresa

O planejamento de estoques e compras é o ponto principal do varejo. Por isso, planejar e fazer a gestão de compras é fundamental.

Para atingir esse objetivo, usar ferramentas de gestão e sistemas automatizados pode ser de grande ajuda. Nesse sentido, é determinante fazer uma análise de históricos e comportamentos recorrentes para entender como pode ser possível "controlar" o futuro.

Ou seja, define-se um objetivo para o negócio e as maneiras de como atingi-lo. Para isso, os varejistas podem contar com os chamados sistemas de Open To Buy (OTB).  Com eles é possível realizar o planejamento do processo de compras de uma empresa e também o controle dos principais indicadores, tais como:

Mas, o que é um sistema open to buy - OTB - afinal?

Um sistema de Open To Buy (OTB) é uma ferramenta que permite descobrir o que é necessário fazer para se atingir os objetivos determinados. Além disso, ajuda a visualizar e controlar as ações e decisões já tomadas.

Com um sistema de Open To Buy (OTB), as empresas de varejo podem:

Comisso, os resultados desejados têm muito mais chances de se realizarem.

Os 4 pontos principais do OTB

Um sistema "open to by" usa 4 variáveis:

  1. Vendas;
  2. Margens;
  3. Estoques;
  4. Compras (ou recebimento).

DICA IMPORTANTE: é fundamental ficar atento para a data de vencimento das mercadorias. Assim, seu sistema Open To Buy (OTB) trabalhará em conjunto com um Open To Receive (OTR).

Para que tudo funcione corretamente, siga o passo a passo:
  1. Planeje a venda, fazendo a análises de demanda;
  2. Depois, faça o planejamento das margens desejadas em cada uma das categorias;
  3. Em seguida, defina os estoques necessários para atingir as metas de vendas, levando em conta o giro e a cobertura.
  4. Por fim, o recebimento (compras) será encontrado.

Essa é uma variável calculada através dos parâmetros acima. Dessa forma, será possível definir as ações necessárias para atender os objetivos planejados.

Resumindo: você saberá exatamente o que comprar, por qual preço e quando é a hora de comprar.

O Open To Buy (OTB) garante estoques mais certeiros e a diminuição das remarcações de preços. Além disso, torna o sortimento mais adequado, o que diminui custos e melhorando giro de estoques.

Portando, quem sabe comprar bem, tem estoques melhores, gerando menos custos e mais lucratividade.

Quer conhecer ainda mais detalhes sobre técnicas de compras para empresas e como controlar o setor de compras de uma empresa? Então, assista também a este vídeo:

O Nérus é um ERP para varejo feito por quem entende do assunto. Ele ajuda sua empresa em várias áreas. das compras ao estoque, das vendas à gestão de lojas.

Saiba mais: Como o Nérus ajudou a otimizar a operação das Lojas Móbile

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